É comum empresários ou profissionais liberais acharem que não precisam de um site. Já recebi alegações como: meu público não acessa a Internet, ter um site custa caro ou já tive problemas com um antigo desenvolvedor.
Um dentista me falou que seu público não acessa a Internet. Ele atende a clientes da classe C e D.
Em uma pesquisa recente do IBOPE
“A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%.”
A soma da classe C, D e E corresponde a 39% dos “consumidores virtuais”. São pessoas que fazem compra na Internet.
Em Agosto, o IBOPE lançou um resultado de pesquisa onde informa que o Brasil possui 67,5 milhões de usuários conectados à Internet, considerando acesso através de trabalho, residências, escolas, lan houses, bibliotecas e telecentros.
As classes C, D e E somam juntas, 89% da população brasileira, segundo a Fundação Getulio Vargas. Assim, a classe C, D e E corresponde a algo em torno de 150 milhões de brasileiros. Como ignorar uma fatia tão grande da população?
Em relação a custar caro um site na Internet, isso não é verdade. Um bom site pode custar, por exemplo, R$ 799 reais. Há facilidades de pagamento e aproxima muito o cliente da empresa. A empresa pode interligar às redes sociais como Twitter, Facebook, Orkut, etc. Fortalece a marca além de captar novos clientes. Custa menos que 2 salários mínimos, não é um valor alto, mesmo para uma pequena empresa.
Os empresários precisam mudar seus conceitos. A Internet é uma aliada ao negócio, só soma.
E não há limites na grande rede. Seja uma pequena empresa, ou grande, todos os públicos se encontram nela. E sem discriminação.
Por: JM Internet
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